Matéria no Jornal Nacional de 26/12/2017. Em Pelotas, com a parceria dos demais Rotary Clubs da cidade e colaboradores de empresas e pessoas físicas já ajudaram o Rotary Club de Pelotas Norte a trocar 10 cadeiras e rumo à 11ª cadeira para o Banco de Cadeiras de Rodas!
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quarta-feira, 27 de dezembro de 2017
terça-feira, 5 de abril de 2016
PROJETO BANCO DE CADEIRAS DE RODAS E EQUIPAMENTO HOSPITALARES
Data e Local:
Iniciou em setembro de 2014 e continua em vigência. Abrange todo Município de Pelotas (Sede e Distritos).
Iniciou em setembro de 2014 e continua em vigência. Abrange todo Município de Pelotas (Sede e Distritos).
Objetivo:
Emprestar materiais hospitalares (cadeiras de rodas, cadeiras higiênicas, camas, muletas, andadores e bengalas) a pessoas necessitadas, com o intuito de proporcionar mais conforto para o descanso e locomoção necessários.
Emprestar materiais hospitalares (cadeiras de rodas, cadeiras higiênicas, camas, muletas, andadores e bengalas) a pessoas necessitadas, com o intuito de proporcionar mais conforto para o descanso e locomoção necessários.
Execução do Projeto: (em vigência).
O Projeto iniciou através de doações de material descartado (camas hospitalares, cadeiras de rodas e higiênica) pelo Hospital Escola da Universidade Federal de Pelotas. Este material foi restaurado por um grupo de Companheiros do Clube.
O sistema de Empréstimo também é executado por rotarianos do Clube, através de Contrato Particular de Empréstimo (COMODATO). Esses mesmos Companheiros disponibilizam seus telefones fixos e móveis e dois dias por semana, num período mínimo de duas horas, para atendimento ao Projeto.
O Projeto iniciou através de doações de material descartado (camas hospitalares, cadeiras de rodas e higiênica) pelo Hospital Escola da Universidade Federal de Pelotas. Este material foi restaurado por um grupo de Companheiros do Clube.
O sistema de Empréstimo também é executado por rotarianos do Clube, através de Contrato Particular de Empréstimo (COMODATO). Esses mesmos Companheiros disponibilizam seus telefones fixos e móveis e dois dias por semana, num período mínimo de duas horas, para atendimento ao Projeto.
Outros Parceiros:
Empresa Parafusos Santa Rita (disponibiliza espaço para guardar os equipamentos, assim como local para atendimento aos beneficiados. Empresa Gastrel (Empresa Cidadã) oferece veículo e pessoal para transporte de material, quando necessário.
Empresa Parafusos Santa Rita (disponibiliza espaço para guardar os equipamentos, assim como local para atendimento aos beneficiados. Empresa Gastrel (Empresa Cidadã) oferece veículo e pessoal para transporte de material, quando necessário.
Pessoas e Valores envolvidos:
Companheiros membros do Projeto e Recursos Financeiros do Fundo Financeiro para Pequenos Projetos, para fins de manutenção do Material (quando necessário).
Companheiros membros do Projeto e Recursos Financeiros do Fundo Financeiro para Pequenos Projetos, para fins de manutenção do Material (quando necessário).
Beneficiários:
Prioritariamente pessoas necessitadas, beirando o limite da escassez de recursos.
Prioritariamente pessoas necessitadas, beirando o limite da escassez de recursos.
Recursos Materiais e Patrocínios:
O Projeto iniciou com 15 camas, 10 cadeiras de rodas e uma cadeira higiênica, todos devidamente restaurados. Hoje o Banco conta com 20 camas, 22 cadeiras de rodas e 12 cadeiras higiênicas, 8 andadores e 10 pares de muletas.
Todo material acrescido ao acervo inicial foi doação de Companheiros do Clube, do Rotary Club de Pelotas Suleste, do Rotary Club de Pelotas Princesa do Sul, do Projeto de Subsídios Distritais, através da Fundação Rotária, do Grupo das Senhoras do Rotary Club de Pelotas Norte e de familiares dos beneficiários do Projeto. Este “plus” é significativo porque é proveniente de doações de quem já se valeu do Projeto e reconhece a importância e os benefícios que o mesmo acarreta.
O Projeto está contribuindo, ainda, para outro projeto na área da Saúde, que é o: “Remédios para quem Precisa”. Nas reuniões semanais são coletados medicamentos que, dentro da data de validade, não são mais usados pelos rotarianos ou seus familiares. Igualmente, os beneficiários do Banco também doam remédios que não mais estão sendo usados por eles ou seus familiares. Toda arrecadação é encaminhada ao Banco de Remédios Madre Teresa de Calcutá, que faz a distribuição às pessoas cadastradas.
Associada ao Projeto está a Campanha do Lacre Solidário, quando são recolhidos lacres de alumínio para posterior troca por cadeira de rodas. A esta Campanha estão engajados os rotarianos e pessoas amigas.
O Projeto iniciou com 15 camas, 10 cadeiras de rodas e uma cadeira higiênica, todos devidamente restaurados. Hoje o Banco conta com 20 camas, 22 cadeiras de rodas e 12 cadeiras higiênicas, 8 andadores e 10 pares de muletas.
Todo material acrescido ao acervo inicial foi doação de Companheiros do Clube, do Rotary Club de Pelotas Suleste, do Rotary Club de Pelotas Princesa do Sul, do Projeto de Subsídios Distritais, através da Fundação Rotária, do Grupo das Senhoras do Rotary Club de Pelotas Norte e de familiares dos beneficiários do Projeto. Este “plus” é significativo porque é proveniente de doações de quem já se valeu do Projeto e reconhece a importância e os benefícios que o mesmo acarreta.
O Projeto está contribuindo, ainda, para outro projeto na área da Saúde, que é o: “Remédios para quem Precisa”. Nas reuniões semanais são coletados medicamentos que, dentro da data de validade, não são mais usados pelos rotarianos ou seus familiares. Igualmente, os beneficiários do Banco também doam remédios que não mais estão sendo usados por eles ou seus familiares. Toda arrecadação é encaminhada ao Banco de Remédios Madre Teresa de Calcutá, que faz a distribuição às pessoas cadastradas.
Associada ao Projeto está a Campanha do Lacre Solidário, quando são recolhidos lacres de alumínio para posterior troca por cadeira de rodas. A esta Campanha estão engajados os rotarianos e pessoas amigas.
Divulgação:
Imprensa escrita, através dos jornais locais, Redes Sociais, Instituições de Saúde, Companheiros dos demais clubes rotários de nossa cidade e das Senhoras da Casa da Amizade. Também muito importante é a divulgação “boca a boca” através de familiares, amigos e dos próprios beneficiários pelo Projeto.
Imprensa escrita, através dos jornais locais, Redes Sociais, Instituições de Saúde, Companheiros dos demais clubes rotários de nossa cidade e das Senhoras da Casa da Amizade. Também muito importante é a divulgação “boca a boca” através de familiares, amigos e dos próprios beneficiários pelo Projeto.
Resultados:
Convém registrar que o Projeto é dinâmico, autossustentável e se desenvolve na interação entre beneficiários, seus familiares, amigos e companheiros rotarianos. Durante o período de vigência do Projeto (set./2014 a abr.2016) já foram beneficiadas ao todo 145 pessoas.
Convém registrar que o Projeto é dinâmico, autossustentável e se desenvolve na interação entre beneficiários, seus familiares, amigos e companheiros rotarianos. Durante o período de vigência do Projeto (set./2014 a abr.2016) já foram beneficiadas ao todo 145 pessoas.
quarta-feira, 20 de janeiro de 2016
O que não reluz também pode ser ouro
Cooperativa de Catadores da Vila Castilho melhora a vida de famílias ao contribuir com a cidade
Por: Leandro Lopes
leandro.lopes@diariopopular.com.br
O que representa o lixo para você? Algo
inútil, que deve ser descartado? Algo sem serventia? Para famílias como a
do seu Jair é bem mais do que isso.
Presidente da Cooperativa de Catadores
da Vila Castilho (COOPCVC), Jair Moreira trabalhou por mais de 15 anos
no aterro municipal, próximo à rua Marcílio Dias. Revirando o entulho
ele sempre lutou para melhorar as condições de vida dos familiares,
enfrentando intempéries e se expondo diariamente a riscos. “Nós sempre
íamos pra lá à noite, com chuva, frio, tanto faz, não tinha tempo ruim.
Precisávamos estar lá, dependíamos disso pra sobreviver. O lixo sempre
foi nossa fonte de renda.”
Trabalho na cooperativa torna viável a reciclagem de resíduos (Foto: Leandro Lopes - DP)
Em 2012 o aterro foi fechado pela
Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam). Mas o que poderia ser o
fim para os que frequentavam o espaço foi, na verdade, um recomeço. As
cooperativas de reciclagem ganharam força na cidade. Depois de alguns
entraves administrativos, neste período foi formada a COOPCVC.
Esteira doada pelo Rotary acelera o processo e facilita a vida dos cooperados (Foto: Leandro Lopes - DP)
Enquanto fala sobre a estrutura montada
com muito esforço e suor, Jair sorri e contempla as paredes do galpão,
na rua Doutor Amarante. “Desde que começamos a trabalhar na cooperativa
nossas condições de vida melhoraram muito. No aterro nós não vivíamos.
Agora tudo mudou. Podemos dormir, mexemos com um lixo mais limpo,
resíduos melhores, e assim podemos ficar mais tempo com os nossos
filhos, nossa família”, conta, sem disfarçar a satisfação.
Enquanto no aterro o trabalho era muitas
vezes individual, no galpão todos os 14 funcionários aprenderam o real
sentido do verbo “cooperar”. Segundo Jair, juntos todos trabalham com
mais vontade, um ajudando o outro. “Formamos uma família”, resume.
Esteira doada pelo Rotary acelera o processo e facilita a vida dos cooperados (Foto: Leandro Lopes - DP)
E
quando se fala em “família” na COOPCVC não é apenas no sentido figurado.
Ana Paula, esposa de Jair, também trabalha no local. A exemplo do
marido, ela fala do serviço com orgulho. “O lixo é dinheiro. É uma ação
que fazemos pra ter lucro, mas que não beneficia apenas o nosso grupo. O
material que é recebido aqui nós classificamos, reciclamos e mandamos
pra fora. Assim ele não entope as valetas e não polui a cidade.”
Ajuda necessária e reconhecida
Através de convênios e parcerias, a associação foi passando por mudanças significativas ao longo dos anos. O Serviço Autônomo de Saneamento de Pelotas (Sanep) oferece uma bolsa mensal às cooperativas. O valor é destinado para remunerações e pagamento de custos fixos, como aluguel do prédio e energia elétrica. A quantia, segundo Jair, é fundamental para a continuidade do trabalho. “Esse repasse do Sanep é uma grande ajuda. Sem isso nós não conseguiríamos nos manter.”
Para o diretor-presidente da autarquia,
Jacques Reydams, o bom resultado do serviço realizado na COOPCVC é, da
mesma forma, fundamental à cidade. Um departamento acompanha a gestão
das cooperativas e a da Vila Castilho tem resultados surpreendentes.
Conseguiu inserir o trabalhador na sociedade e oferecer uma boa
perspectiva e qualidade de vida às pessoas.
Cooperados pedem que população separe o lixo; material não reciclável chega com frequência na COOPCVC (Foto: Leandro Lopes - DP)
O Sanep investe também nas outras quatro cooperativas de reciclagem de Pelotas.
Os resultados obtidos vêm orgulhando o poder público. “Eles cresceram
muito. Uma outra associação, localizada na Pinheiro Machado, já tem duas
viaturas próprias. Todos têm condições de melhorar e aumentar suas
capacidades de reciclagem e isso é espetacular para nós. Junto com a
prefeitura vamos continuar investindo e pretendemos montar mais uma
cooperativa. Isso significa menos descarte no meio ambiente. É
supergratificante”, diz Reydams.
Cada vez mais prefeituras estão
investindo em usinas de reciclagem. O reaproveitamento de resíduos de
construção pode reduzir custos na aquisição de materiais aplicados em
obras como, por exemplo, a pavimentação de vias públicas.
Resíduos chegam à cooperativa pela Coleta Seletiva e doações da comunidade (Foto: Leandro Lopes - DP)
Quem também acompanha com orgulho a
produção dos cooperados da Vila Castilho é o Rotary Club Pelotas Norte. A
entidade realizou a compra do maquinário utilizado pelos funcionários
da COOPCVC em todo o processo de reciclagem. Entre os equipamentos
adquiridos estão uma prensa e uma esteira, que influenciam diretamente
na qualidade do trabalho desenvolvido na cooperativa. O manuseio dos
resíduos, antes e depois de selecionados, ficou mais fácil e saudável.
Um dos diretores do Rotary, que preferiu
não se identificar, diz que poder auxiliar no crescimento das pessoas é
a maior alegria para os associados. “Ajudar o próximo não tira pedaço.
Cada vez mais ficamos contentes por poder fazer isso. Pudemos dar esses
equipamentos e, aos poucos, eles também estão adquirindo outros. Isso é
importante, não é apenas a questão da doação, mas sim de melhorar a
qualidade de vida de pessoas que se empenham e querem ser ajudadas.
Admiramos muito aqueles trabalhadores”, diz.
Jair trabalhou 15 anos no aterro municipal; ele é o presidente da COOPCVC (Foto: Leandro Lopes - DP)
E esta admiração dos rotarianos não se
materializa “apenas” nos materiais ofertados. O presidente da COOPVCV
ganhou, em outubro de 2015, um diploma de reconhecimento profissional
oferecido pelo Rotary. Reconhecimento este que pode ser percebido nas
ruas. “A comunidade nos cumprimenta, nos agradece. É emocionante.
Sentimos que nosso trabalho faz diferença. Isso é a coisa mais
importante”, garante Jair.
É possível melhorar
Para
que a cooperativa da Vila Castilho e as demais associações da cidade
possam dar sequência ao trabalho de reciclagem é importante que a
comunidade também ajude.
Jair ressalta que a COOPCVC recebe
resíduos de duas formas: através de doações e pela Coleta Seletiva. De
acordo com Reydams, nos últimos três anos vem sendo recolhida a mesma
quantidade de resíduos por mês em Pelotas: 150 toneladas. O número ainda
é pequeno perto das 4,8 mil toneladas mensais produzidas na cidade.
“Temos um potencial de crescimento muito grande. Com o empenho da
comunidade teremos menos descarte em aterros e mais renda para as
cooperativas, que podem beneficiar - cada uma - até 20 famílias.”
Separar e doar os resíduos para
cooperativas como a da Vila Castilho pode representar uma cidade mais
limpa, um meio ambiente menos poluído e muito mais sorrisos sinceros de
trabalhadores, como o Jair.
Cooperativa de Catadores da Vila Castilho - COOPCVC
terça-feira, 15 de dezembro de 2015
Projeto Social - Cadeira de Rodas
O Rotary Club de Pelotas Norte mantém um banco de cadeira de rodas a disposição da comunidade pelotense. Estas cadeiras são cedidas em termo de comodato a quem precisa e, passada a condição de necessidade, a cadeira é devolvida ao Rotary, para que outra pessoa possa ser beneficiada.
quinta-feira, 22 de outubro de 2015
Visita do Governador à Escola especial Alfredo Dub, parceira no projeto de Inclusão Digital em Escolas Especiais
O Governador do Distrito 4680 visitou a Escola Especial Alfredo Dub na tarde desta terça-feira, juntamente com o Presidente do Rotary Club de Pelotas Norte Marcos Brito e o Coordenador do Projeto de Inclusão Social Mário Capanema.
Na ocasião, foi observado o Laboratório de Informática estruturado pelo Rotary Club Pelotas Norte e traçados planos para um futuro projeto.
Na ocasião, foi observado o Laboratório de Informática estruturado pelo Rotary Club Pelotas Norte e traçados planos para um futuro projeto.
domingo, 27 de setembro de 2015
ROTARY CLUB PELOTAS NORTE PARTICIPA DOS FESTEJOS DE ANIVERSARIO DA ESCOLA ESPECIAL ALFREDO DUB
por Mário Capanema Ulyssea
O Rotary Club Pelotas Norte se integra aos festejos de aniversario da Escola Especial Alfredo Dub pelos 66 anos, no próximo 27 de setembro, de importantes serviços educacionais prestados a crianças especiais de Pelotas e dos municípios vizinhos do Rio Grande do Sul. No mês de aniversario os rotarianos concluíram o Projeto Inclusão Digital, com a instalação de um Laboratório de Informatica e de microcomputadores em salas de aulas para aprimorar os ambientes de ensino e aprendizagem, como o laboratório para o ensino de Libras, ciências e artes, dentre outras, segundo ilustração da foto destacando docente do Alfredo Dub com os seus alunos. A iniciativa contou com o apoio do Banco Santander e do Ministério da Educação, com a doação dos equipamentos, no total de 45 microcomputadores, da Fundacao Rotary pelo transporte e do Club das Senhoras da Rotary Norte pela aquisicao de estabilizadores de voltagem para instalacao dos mesmos.
O Rotary Club Pelotas Norte se integra aos festejos de aniversario da Escola Especial Alfredo Dub pelos 66 anos, no próximo 27 de setembro, de importantes serviços educacionais prestados a crianças especiais de Pelotas e dos municípios vizinhos do Rio Grande do Sul. No mês de aniversario os rotarianos concluíram o Projeto Inclusão Digital, com a instalação de um Laboratório de Informatica e de microcomputadores em salas de aulas para aprimorar os ambientes de ensino e aprendizagem, como o laboratório para o ensino de Libras, ciências e artes, dentre outras, segundo ilustração da foto destacando docente do Alfredo Dub com os seus alunos. A iniciativa contou com o apoio do Banco Santander e do Ministério da Educação, com a doação dos equipamentos, no total de 45 microcomputadores, da Fundacao Rotary pelo transporte e do Club das Senhoras da Rotary Norte pela aquisicao de estabilizadores de voltagem para instalacao dos mesmos.
Este modelar
estabelecimento educacional, a Escola
Especial Alfredo Dub tem por finalidade, dentre outras, a promoção da educação
gratuita aos alunos com perda auditiva, ministrar o Ensino Fundamental,
garantindo as condições necessárias para o desenvolvimento pleno de sua
cidadania. É a única que atende os alunos surdos da região de Pelotas e do sul
do Estado do Rio Grande do Sul, desde a Estimulação Precoce ao 9 ( nono) ano do Ensino
Fundamental, além da Educação de Jovens e Adultos ( EJA), hoje num total de 240
alunos matriculados anualmente.
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